Milu Loureiro

Nasceu nos dias longos e quentes do verão numa vila da Beira Alta, Aguiar da Beira. No colégio da vila fez os seus estudos até ao atual nono ano. Após o secundário, no então Liceu Nacional de Lamego, ingressou na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, onde se licenciou em Filologia Românica. A partir daí dedicou-se ao que sempre gostou de fazer: ensinar. Desempenhou, durante alguns anos, a função de professora bibliotecária. Foi no desempenho desta grata missão que redescobriu a paixão pelas histórias. Foi na Biblioteca Escolar, a contar histórias aos mais pequenos, que esta paixão se reacendeu. Depois, passar ao ato da escrita foi um passo. As histórias começaram a surgir, começaram a tomar forma! Entretanto deixou o ensino para se dedicar à escrita, ilustração, narração, confeção de tapetes narrativos e livros de pano. Como alguém escreveu sobre a sua obra: “Se a palavra texto, etimologicamente, significa também “tecido”, as histórias de Milu Loureiro não podiam estar mais perto da raiz etimológica da palavra. Com mantas, aventais e livros feitos de retalhos, a tessitura da narrativa constrói-se duplamente: através do enredo ou da trama e através dos tecidos que são o material em que se inscrevem as suas histórias.

Publicações:

O esquilo que amava as palavras e outras histórias, 3ªEdição 2018 (autoria e ilustração))

A mantinha de retalhos, 2013, (autoria)

El-Rei comilão, 2013, (autoria e ilustração)

Castanho e Branco, 2014, (ilustração)

A manta que dava abraços, 2015, (autoria e ilustração)

A Sinfonia Pastoral de André Gide, Tradução adaptada (2015)

A Bruxa Mituxa, 2016, (autoria e ilustração)

Nem todos os pardais são pardos, 2016 (autoria)

Asas de Amizade, 2017, (autoria e ilustração)

A cidade que deixou de sorrir, 2018, (autoria e ilustração)

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